Poesia Histórica
Poesia e História
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Pátria
Pátria (do latim “patriota”, terra paterna) Indica a terra natal ou adotiva de um ser humano, Que se sente ligado por vínculos afetivos, Culturais, valores e história. Minha pátria, ao que parece Tornou-se terra natal dos corruptos Terra natal da desesperança Terra natal do roubo Terra natal, onde brotam Seres que arrancam Das nossas entranhas O sentido de ser, ser humano… Seres estes que lá colocamos Que, em minha terra Natal Viram uma casta maldita Cheios de si, e vazio do mais Simples, do ser humano Minha pátria… Esta ligada de forma Afetiva e histórica A todas formas De tirar proveito Minha pátria Está com sua cultura e valores Ou, melhor…
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As putas
As putasVem descendoA rampaOferecendoSeus corposAos ministériosVagos…Bem vestidasElas batemPontoNas duas boatesDo planalto.Quanto maisAlto o ministérioMas putas no palcoNão espere fidelidadeTudo que elasQuerem é poderPara poder desfilarNa rampa gritandoQue ama muitoA sua amanteA democracia.
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Canção para Albânia
Ainda tenho esperançasDe ver a Águia Negra livre,Voando sobre tiMonte Korab…Tenho esperançasComo tinha os IlíriosDe sermos forteE com vida longaComo os carvalhosMinha pequenaAlbânia quantosTiranos não pisaramEm Tirania…Uivamos comoOs lobos a cadaEstranho que porAqui passouNunca mais queremosEnver …Nem mesmo em nossas lembrançasO meu país me fez sofrerMas, amo-te tanto minha.Águia Negra…Que meus olhosChoramComo as águasDo DrinPor seus filhosQue se foram.Ainda tenho esperançasDe ver a Águia Negra livre,Voando sobre tiMonte Korab…Ver-te livreComo os lobosDo sul.
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Moxuara e Mestre Alvaro (Lenda Indígena)
Parece que foi Ontem que vi seu rosto Pela primeira vez E seus olhos brilham como “Sol” (Guaraci) O ódio que eles sentiam Transformou meu coração Em, “Noites com raios de luar” “Jaciara” Há cada encontro nosso O Pássaro de Fogo Levava-nos além Das montanhas azuis E, ali… Eu te amava Cada dia mais. Mas o ódio Que eles sentiam Transformou-nos Em duas montanhas Hoje estamos Frente a frente Um do outro E assim, ficaremos Por toda a eternidade Mas a força Do amor Rompe as barreiras E, eu te juro Meu amor, que Não há nada que eu faria Para ouvi sua voz, outra vez. Sei que é perigoso…
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Muro de Berlim
Numa manhãDe agostoO céu estavaVerde-ruçoE as ruas cobertasDe vopos. Do nada vocêVeio aparecendoE dividindo-meAo meio Pavoroso MauerNão consigoEnxergar por trásDesta cortina deBlocos e ferrosSociais Sua quedaMr. WalterAbriu novasFronteirasNo orienteE ocidente.









