Poemas Religiosos
Poemas Religiosos
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Busca
Quando o coração de um homem chora, o tempo para E ele ver sua vida passar diante de seus olhos Ele não quer ir ao desconhecido Ele chama por seu D-us à margem de um poço sem fundo Ele grita tão silenciosamente com sua alma Que até os céus escuta a sua voz. Ele rompe os medos E com uma lágrima nos olhos, E com choro em silêncio no seu coração Ele grita tão silenciosamente A margem de um poço sem fundo Os céus escuta a sua voz. E, lá ele encontra o que vinha procurando Ele encontra a paz, por meio de uma oração.
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Marcha
Os mesmo tons azuis Cobrem os céus Milhares de anjos E demônios o cruzam A cada dia… Mas, nós aqui em baixo Tentamos seguir Em Frente Em um marcha circular Muitos tentam seguir Para alcançarem um dia Este céu azul Onde milhares de anjos E demônios o cruzam A cada dia… Mas, quem sabe Não encontramos Um escada… Como alguém viu Em seus sonhos Uma escada onde Anjos subiam E desciam… Mas, até lá O azul cobre O mesmo céu Onde milhares de anjos E demônios o cruzam A cada dia… E nós aqui em baixo Tentamos seguir Em Frente…
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30 Moedas
Trinta Moedas de Yehudah Foi quando eu custei Para você Feristes-me a cada Beijo teu. Foi assim que Pagastes-me Por amar você? Destruindo a eternidade Diária que construímos. Quando não se tem a moeda Certa, alguém tem que pagar A conta… E desta vez Eu não serei O troco.
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Moça do vale Sorec (Sansão e Dalila)
Fui anunciado por um anjo Fui gerado de um ventre estéril Meu destino era lutar E libertar meu povo. Meu dom foi de força Cordas, ferrolhos, ou homens Nada me prendia Mas, Escondia dentro do peito Um coração frágil. E foi este coração que enfraqueceu-me… Dei-te mais do que meu amor, Moça do vale de [1]Sorec Dei-te meus votos E o que restou do meu [2]naziriato. Sabes por vintes anos fui juiz Do meu povo Pouco fiz por eles… E muito menos por mim… Do leão morto comi O mel. Do fruto da vide Embriaguei-me Restou-me apenas Meus cabelos… Vir-te moça E sem força fiquei Ante aos seus encantos E com palavras…







