Contos

Era uma vez

Era uma vez …

Depois se tornou era outra vez…

E agora? De quem será a vez…?

Beny levanta a mão e diz, a minha vez…

Era uma vez… Um pequeno rio e um velho jovem todos os dias ele ia vista o rio a cada manhã, era sagrado esta rotina e ambos se interagiam de alguma forma o momento má-gico era quando o velho jovem olha para o rio e se via refletido ali, e sua imagem tremula o fazia pensar para onde o rio me leva depois que eu saio?

Com o passar dos dias ele notou que o seu amigo esta se secando, mas ele pensou que não era nada grave, e cada vez menos ele via o seu ser refletido somente areia, e, em pouco tempo o rio e jovem velho secaram-se, mas mesmo assim ele ai lá dia após dias ver o leito do rio e o seu peito semimortos.

Sua alma se amargurou profundamente, pois ele começou a pensar, como sou egoísta nunca dei uma gota d´água ao rio e tentou com um, balde encher o rio, mas, era inútil logo se secava, e sua aflição aumentava ainda mais e o rio parecia no ter esperança.

O velho jovem entrou em choque e por uns dias não foi visita o rio, mas algo os ligava, ele venceu seus medos e subiu até nascente do rio e sobre ela chorava todos os dias e por dias seguidos ele ia somente a nascente.

Até certo dia ele ouviu um barulho conhecido, era o som da correnteza, ele corre em direção ao rio e inesperadamente lança-se nele, e torna-se um, e deixa-se levar pelas correntezas mansas do rio e navegando sobre as suas águas, o jovem velho e o rio encontram-se com os seus destinos, o Rio abraça-se com o mar, e jovem encontra-se com a sua amada que morava nas margens debaixo.
Depois deste ocorrido dizem que o rio nunca mais se secou e foi ele que tornou o mar salgado, pois o nome deste Rio é: o Rio de Lágrimas.
Ah e quando ao Jovem disse: Beny vive lá, a margem do rio com sua amada.

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